Sobre mim
Puxa uma cadeira, pega um café e vem conversar.
O Tarde de Games nasceu do meu amor por jogos eletrônicos e, com o tempo, foi abraçando tudo o que eu gosto: notícias e análises de games, tecnologia (minha área de formação), séries, filmes, k-dramas, livros, hobbies, fotografia e cultura geek.
Também falo de feminismo, diversidade e representatividade, dentro e fora dos jogos. O objetivo é ser um espaço seguro, especialmente para mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e aliados.

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Já fui a única mulher da partida vezes demais para achar que é coincidência. Videogame nunca foi coisa de homem: foi vendido assim, como tanta coisa que o patriarcado e a hierarquia de gênero decidiram que não era para nós. Por isso, criei o espaço que eu queria ter encontrado quando comecei a jogar.
Um pouco sobre mim
Sou a Giovanna. Nasci e moro em São Paulo, mas, na minha cabeça, vim de alguma cidade em ruínas de um jogo pós-apocalíptico qualquer.
Sou do time da mídia física e ainda não me perdoei por ter vendido meus consoles antigos. Compenso jogando tudo o que aparece pela frente, de indies obscuros a AAA superestimados.
Gosto de colecionar, embora meu orçamento discorde com frequência. Gosto de histórias bem construídas, mas também defendo o direito de jogar algo sem propósito nenhum ou ver um filme que não faz o menor sentido. Escrevo e fotografo pelo mesmo motivo: alguém precisa registrar as coisas.
Café não é preferência, é combustível. Não me ofereça uma água, me ofereça um cafezinho.
No sofá, player 1 fica à esquerda e player 2 à direita. Isso não está aberto a debate.
Sou reservada e não é fácil furar a minha bolha. Quem consegue, descobre que eu faço mais piada ruim que a Ellie Williams.
O nome Tarde de Games veio do que eu mais fazia com os amigos desde criança: passar a tarde inteira com um controle na mão, ignorando o mundo lá fora. Algumas coisas não mudam, só ficam mais caras.
Vamos jogar juntos?
Steam
KatManson
Epic Games
KatManson
Riot Games
KatManson
PSN
gicoppola
Xbox
gicoppola
Linha do tempo
1989
Nasci. Ainda não sabia quantos jogos abandonaria antes do chefe final, quantos k-dramas acompanharia ao mesmo tempo e quantos eletrônicos desmontaria sem conseguir montar de volta.
1995
Ganhei meu primeiro videogame, um Mega Drive. Meu favorito era Sonic the Hedgehog. Como não dava para salvar e eu só podia jogar algumas horas por dia, deixava o console ligado a noite inteira.
1997
Aprendi o fatality do Sub-Zero. Era uma sequência simples de botões, mas, aos 8 anos, parecia um feito histórico. Hoje, uma criança da mesma idade constrói uma casa de três andares no Fortnite em 10 segundos e acharia isso patético. Ela não estaria errada.
2002
Aos 13 anos, conheci Ragnarök Online e perdi a conta das noites em claro antes de dia de aula. Só anos depois descobri que ele foi o primeiro jogo online sul-coreano exportado com sucesso para outros países. A Coreia do Sul já estava me recrutando e eu nem sabia.
2008
Comecei a explorar o cinema sul-coreano, e “O Caçador” foi um dos primeiros filmes. Na época, assistir a cinema asiático exigia torrent, paciência e legendas em inglês fora de sincronia.
2010
Escrevi meu primeiro roteiro de jogo, um beat ’em up de umas 25 páginas inspirado em Streets of Rage. Ele se perdeu no caminho, como quase todo primeiro projeto.
2011
Me formei em Ciência da Computação. Quase fiz Jornalismo. As aulas de laboratório renderam muito conhecimento, quase todo aplicado em partidas de Counter-Strike Portable.
2022
Tomei soju pela primeira vez. Não houve mais volta.
2023
Comecei uma segunda graduação, em Design de Games. Os problemas constantes na plataforma da faculdade me fizeram adiar o plano. Adiar, não desistir.
2024
Criei o Tarde de Games.
2026
Escrevi Manifesto Gênese, meu primeiro livro: uma ficção distópica com romance sáfico. O próximo capítulo ainda está sendo escrito.
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