Lyara: indie brasileiro de plataforma de precisão chega à Steam

Giovanna CoppolaPublicado em: Última atualização:
Tempo estimado de leitura: 2 minutos
Imagem: Divulgação / Bolha Game Studio

O estúdio brasileiro Bolha Game Studio lançou Lyara na Steam nesta sexta-feira (30). O título é um jogo de plataforma 2D com foco em precisão, puzzles e narrativa introspectiva.

A protagonista é uma menina perdida em um mundo desconhecido. Cada fase, porém, traz mecânicas exclusivas e novas pistas sobre o que acontece dentro da sua mente.

Um mundo novo a cada fase

Lyara acompanha uma garota curiosa que desperta em um lugar estranho. Ela não entende o que acontece ao seu redor. Também não entende o que se passa dentro de si.

O avanço pela história depende de desafios de plataforma que exigem agilidade e precisão. Há também quebra-cabeças em várias etapas. Segundo o estúdio, o design se inspira nos clássicos do gênero.

Cada mundo tem identidade visual e mecânicas diferentes. Assim, o jogador precisa adaptar o estilo de jogo a cada nova área. Ao longo da aventura, a protagonista também busca equilibrar seus chakras, e cada desafio vencido contribui para esse processo.

A narrativa se constrói com a ajuda de personagens secundários. Cada amigo que Lyara encontra cumpre um papel diferente no seu crescimento. O jogo ainda conta com trilha sonora original e itens colecionáveis que ampliam a história e o nível de dificuldade.

Preço, idiomas e primeiras avaliações

Lyara custa R$ 36,99 na Steam. Até 6 de novembro, a oferta de lançamento reduz o valor para R$ 33,29, um desconto de 10%. Quem prefere testar antes da compra pode baixar a demo gratuita na página do jogo.

O suporte ao português do Brasil é completo: interface, legendas e dublagem. Inglês, chinês simplificado, russo e espanhol da América Latina também estão disponíveis, com interface e legendas. O título aceita controle.

Os requisitos mínimos são modestos. O jogo pede processador Intel Core i3 M380, 2 GB de RAM, placa Intel HD 4000 e 8 GB de espaço livre.


Giovanna Coppola

Aos 6 anos, eu deixava o Mega Drive ligado a noite inteira para não perder meu progresso em Sonic the Hedgehog. Nunca mais larguei o controle. Aqui escrevo sobre games, tecnologia, k-dramas, livros e cultura pop, sem deixar de lado feminismo, diversidade e representatividade. Um espaço seguro para mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e aliados.

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