Vem, Exu: indie brasileiro que mistura puzzles e narrativa visual

Giovanna CoppolaPublicado em: Última atualização:
Tempo estimado de leitura: 2 minutos
Imagem: Divulgação / Tejo Estúdio

Vem, Exu é um novo jogo indie brasileiro que mistura puzzles simples, exploração e narrativa visual. O projeto está sendo desenvolvido pelo Tejo Estúdio e já conta com uma demo disponível na Steam.

A proposta traz uma experiência curta e sensorial, onde emoções transformam o ambiente e influenciam diretamente a gameplay.

Jogo aposta em narrativa sem textos

Em Vem, Exu, a história acontece sem diálogos ou longos textos explicativos. A narrativa é construída através do som, das ações e da interação com o cenário.

A trama acompanha Exu após uma discussão com o irmão. Consumido pela raiva, o personagem acaba enfrentando uma tempestade criada pelos próprios sentimentos. Memória, imaginação e realidade começam a se misturar durante a jornada.

Entre as atividades apresentadas estão conectar constelações, construir uma arraia, navegar pelo espaço e controlar o voo da arraia durante a tempestade.

O jogo também inclui pequenos puzzles e mecânicas simples, pensadas para pessoas sem experiência prévia com videogames.

A proposta não é focada em competição ou dificuldade. Pelo contrário, a experiência foi construída para incentivar interpretação, sensação e envolvimento emocional.

Arte é inspirada em cordel e xilogravura

Outro destaque de Vem, Exu é sua direção artística. O visual utiliza referências de cordel e xilogravura para criar uma identidade própria. A equipe também destaca que toda a arte foi produzida manualmente e de forma original.

A demo disponível atualmente possui cerca de 15 minutos de duração. Já a experiência completa deve durar aproximadamente 50 minutos, com foco total no single-player.

O lançamento de Vem, Exu está previsto para novembro de 2026 no PC, através da Steam. Acompanhe os desenvolvedores no Instagram e no Threads para ficar por dentro das novidades.


Giovanna Coppola

Aos 6 anos, eu deixava o Mega Drive ligado a noite inteira para não perder meu progresso em Sonic the Hedgehog. Nunca mais larguei o controle. Aqui escrevo sobre games, tecnologia, k-dramas, livros e cultura pop, sem deixar de lado feminismo, diversidade e representatividade. Um espaço seguro para mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e aliados.

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