Os Backrooms costumam ser cenário de fuga e terror. Em Backroom Cleaners, apresentado no Korea Game Roadshow da BGS 2026, a lógica é outra. Os jogadores são contratados para caçar o que vive lá dentro.
O roguelike de tiro em terceira pessoa reúne até quatro pessoas em operações que nunca se repetem.
Agentes da Axiom Corporation trabalham em equipe
No jogo, o jogador assume o papel de um Cleaner, agente da Axiom Corporation enviado aos Backrooms. A missão é proteger zonas fora de controle, eliminar entidades hostis e avançar para camadas mais profundas.
A empresa enxerga possibilidades infinitas de lucro nesse espaço desconhecido. Segundo a descrição oficial, o sacrifício dos agentes já está previsto em contrato.
As operações podem ser feitas sozinho ou em grupos de até quatro pessoas, com cooperativo on-line e em rede local. Cada agente leva uma especialidade diferente para o campo.
A distribuição de funções faz parte da estratégia. A cooperação é necessária para segurar a linha de frente, dar suporte ao grupo e dominar a área com poder de fogo pesado.
Builds mudam a cada operação
Durante as missões, os Cleaners recolhem culturas dos Backrooms e as usam para adquirir novas habilidades. Cada operação oferece escolhas de evolução e caminhos táticos diferentes.
A combinação de habilidades e zonas exploradas altera o estilo de combate. Assim, o mesmo agente pode render partidas bem distintas.
Os riscos aumentam conforme a equipe desce de camada. As entidades ficam mais perigosas, e um descuido pode ser fatal.
Desenvolvido pela Hypercent Inc., o jogo integrou o Korea Game Roadshow na BGS. O espaço, organizado pela agência sul-coreana KOCCA, reuniu quatro empresas do país no Anhembi.
Backroom Cleaners tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2027, no PC via Steam. O jogo terá interface e legendas em português do Brasil.
Antes da estreia, é possível solicitar acesso ao playtest na página da Steam. Os requisitos mínimos incluem processador Intel i5 de 10ª geração, 8 GB de RAM, GeForce GTX 1060 e 6 GB de armazenamento.





Deixe um comentário